Até quando você vai ficar inseguro com os seus diagnósticos em ECG?

Aqui está a forma mais efetiva de estudar, recuperar a confiança e conquistar a credibilidade na hora de diagnosticar seus pacientes.
Caro colega, analise os casos abaixo…

O paciente Victor Heleno Costa, 54 anos, chegou ao pronto-socorro queixando-se de dor torácica de início recente, intermitente, intensa, em aperto / queimação com irradiação para região epigástrica.

O paciente é portador de hipertensão arterial com uso regular de hidroclorotiazida e captopril.

Foi realizado o primeiro ECG (imagem acima).

Foram aferidos os sinais vitais e solicitados os exames complementares e de imagem.

Os sinais vitais do sr. Victor são:

Responda às seguintes perguntas.

1. Qual a principal hipótese diagnóstica para V.H.C.?
2. Qual o laudo eletrocardiográfico?
3. Diante desse ECG, ainda antes de iniciar o tratamento, o que devemos solicitar?
4. Qual a artéria coronária afetada?
5. Qual a grande arritmia que acometimentos de coronária direita podem culminar?

As respostas a essas perguntas você verá ao final do texto…

ATENÇÃO: Caso tenha surgido alguma dúvida quando você analisou a imagem desse caso, ligue seu sinal de alerta e leia com muita atenção esse texto.

Importante

O despreparo na interpretação de ECG traz insegurança, menos oportunidades profissionais e a possibilidade de erros que podem trazer sérios danos à saúde dos pacientes e podem ser fatais.

Caro colega, 

Durante os 06 anos de faculdade você absorve uma quantidade colossal de informações.

Vira noites acordado tentando enfiar na cabeça o raciocínio médico e os termos técnicos da medicina.

Você aprende a “pensar com a cabeça de médico”.

São milhares de horas estudando para sair em busca de uma posição no mercado de trabalho.

Mas eu te pergunto:

Você consegue aprender tudo o que precisa?

É claro que não.

Por um motivo simples: ISSO É IMPOSSÍVEL.

Posso afirmar com tranquilidade que ninguém no mundo sabe tudo sobre medicina.

Agora, uma coisa é não saber tudo, outra é não saber ou saber menos do que deveria sobre aquilo que é essencial.

Quando essa situação se aplica a algo que pode salvar ou condenar um paciente, a coisa fica bem séria e você, caro colega, sabe bem disso.

No caso dos diagnósticos por imagem, os resultados de uma interpretação errada podem ser fatais.

Imagine-se recebendo um ECG de um paciente e, por confiar no que viu na faculdade, errar na interpretação do exame.

Veja essa noticia de julho de 2021…

Dados da OMS mostram que quase metade (40%) dos pacientes sujeitos a tratamento ambulatorial sofre os efeitos de erros médicos.

Nos hospitais, esse percentual fica em torno de 10%, o que ainda assim é preocupante.

O Relatório Justiça em Números do Conselho Nacional de Justiça mostra que, em 2019, foram realizadas um total de 459.076 demandas judiciais relacionadas à saúde.

Mas por que isso acontece?

Algumas explicações podem nos ajudar a entender…

As crescentes demandas para os profissionais da medicina é uma delas.

Os médicos são cada dia mais exigidos e as cargas horárias de plantões são muito exaustivas.

O alto grau de estresse ao qual um médico é submetido aumenta de forma exponencial a chance de erro. 
A falta de tempo para se atualizar faz com que o conhecimento fique obsoleto, ainda mais com os avanços tecnológicos da medicina.
O excesso de confiança naquilo que foi aprendido na faculdade ou na residência traz um relaxamento natural ao médico que tende a pensar que não precisa mais se atualizar.

Todas essas situações juntas são uma bomba relógio prestes a explodir.

O tamanho do problema

Em estudo divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz , foram analisados 34 processos judiciais sobre erro médico no estado de São Paulo.

Os resultados mostraram que 73% dos casos apresentaram condenação dos médicos em primeira instância.

As ações judiciais por erro médico que buscam indenização podem abranger pedido de pagamento por danos morais e ressarcimento de valores gastos com a execução do procedimento.

Em alguns casos mais graves pode envolver até mesmo o pagamento de pensão mensal vitalícia se o erro provocou a morte ou a diminuição da capacidade de trabalho da pessoa.

É lógico que você, caro colega, não quer passar por isso.

Imagine a sensação desagradável de receber uma notificação judicial por conta de um erro de interpretação.

Para afastar de vez qualquer possibilidade de imperícia da sua vida profissional você precisa estar preparado para ver o que os outros não veem.

A habilidade de interpretar de forma diferenciada as imagens de um ECG vai te levar a um patamar profissional ocupado por poucos.

Pense nas oportunidades que irão bater à sua porta quando você se tornar um médico com capacidade acima da média nesse assunto…

Ok, você pode pensar…

Mas como faço isso se tenho que dar plantões intermináveis, chego cansado em casa e não consigo estudar?

Talvez essa seja a sua realidade hoje.

Pode ser que você até tenha tempo para estudar…

Mas a sua rotina de estudos está tão desorganizada que você fica confuso a tal ponto de acreditar que estudar muitas horas pode ser a solução.

Se você está em uma dessas situações…

Calma.

Em primeiro lugar, se você continuar vivendo assim, eu preciso te alertar sobre uma coisa.

Você até pode alcançar seus objetivos, mas vai lhe custar mais tempo (que você não tem), dinheiro e esforço.

A parte boa é que não há nada que não possa ser melhorado…

Tudo na vida é uma questão de planejamento e prioridade.

Pense.

Se você tiver um plano bem definido de estudos focado nas SUAS deficiências…

Se esse planejamento estiver formatado para os horários em que você puder se dedicar com mais calma…

Tendo uma equipe de suporte para te ajudar com dúvidas e orientação…

O cenário é outro, concorda?

A boa notícia que tenho para você é que isso existe e você pode começar ainda hoje.

Para te explicar melhor sobre esse método de estudo vou te contar uma história.

Em 2016, o Dr. Eduardo havia acabado de se formar em medicina e queria cursar a residência em anestesiologia.

Nessa época, essa especialidade era muito concorrida e ele estava bem perdido tentando encontrar uma forma de organizar os estudos, mas percebeu que não estava dando certo.

Ele não conseguia organizar os horários de estudo, não conseguia assimilar as informações que estudava…era um caos.

Como ele mesmo diz: um espiral descendente sem fim.

O que estava faltando? 

Faltava um método de estudos eficiente que priorizasse o tempo e a assimilação das informações mais relevantes.

Ele até tentou aumentar o tempo de estudo mas notou que ficava mais cansado e menos produtivo.

No final das contas, o Dr. Eduardo tinha 02 opções:

Ou estudava mais, mesmo sem ter tempo para isso ou…

Estudava melhor

A situação era clara: ele não tinha como aumentar o tempo de estudo.

A única saída era melhorar o desempenho com o tempo disponível.

Veja…

Estudar de forma errada vai minando a parte psicológica do médico.

A consequência disso é que ele começa a se questionar se é capaz de aprender com velocidade fixando as informações da forma que precisa.

Mas voltando ao Eduardo…

Outro grande problema dele era conciliar vida pessoal, profissional e os estudos.

A desmotivação e a sensação de culpa eram enormes.

Ele começou a se perguntar se não havia uma forma de estudar sem se cansar tanto porque o desgaste físico e mental já estava batendo.

Foi quando ele buscou uma fórmula que pudesse ajudá-lo a assimilar as informações mais relevantes.

Uma das coisas que mais o incomodavam na época é que ele estudava um conteúdo e poucas semanas depois já não lembrava de nada.

Era como se o HD da cabeça dele estivesse cheio ou com defeito…ele não conseguia fixar as matérias.

Atenção: vou te convidar a fazer uma reflexão, caro colega.

Por que o método tradicional de estudo não funciona?

Analisando de forma racional, existem 03 problemas principais na hora do médico estudar.

São eles:

1 . Falta de direcionamento

Estudar de qualquer forma só vai te deixar mais confuso e desmotivado.

Veja esse exemplo:

Imagine que você esteja estudando para a prova de residência.

Vasculite e imunização são assuntos importantes, porém a incidência de cada um deles nas provas é bem diferente.

Então por que dedicar o mesmo tempo para vasculite que tem 0,21% de incidência nas provas e para imunização que tem 1,3%?

Não faz sentido, concorda?

Não adianta você preparar o seu planejamento de estudo em cima de um mundo que não existe…

Explico:

Será impossível estudar todos os temas da medicina de forma aprofundada…

Por isso é necessária a priorização naquilo que vai, de fato, te preparar melhor para o desempenho que você precisa.

2. Falta de revisões

Médicos são pessoas ocupadas que não têm muito tempo e precisam otimizar o tempo de estudo focando no que é mais relevante.

Eu te pergunto:

Como alguém, nessas condições, faz para revisar todo o conteúdo estudado?

É quase impossível…

Estudos mostram que após poucos dias a tendência é que as pessoas esqueçam 80% do que aprenderam.

E a única forma de reforçar e fixar o aprendizado é com revisões.

Mas não de qualquer forma.

Tem um jeito certo de revisar para não esquecer mais.

Como isso acontece?

Através da repetição porque quanto mais você revisa, mais retém o que aprendeu.

Simples não?

3. Priorizar a teoria em detrimento da prática

A prática sempre será mais produtiva do que a teoria em qualquer coisa que você queira aprender.

Resolver questões é a forma de praticar e que mais ajuda a aprender de verdade e de forma duradoura.

Mas e o Eduardo?

Como ele saiu dessa situação? 

Depois de bater cabeça durante alguns meses e absorver muito pouco do conteúdo que precisava, o Eduardo descobriu que havia nos EUA alguns métodos de estudo organizados que funcionavam.

Ele descobriu o NEURO APRENDIZADO.

Um mundo novo em que havia muitas possibilidades de desenvolver formas novas de aprender.

Foi aí que pensou: Isso pode funcionar.

Ele começou a aplicar algumas técnicas e, para a sua surpresa, o desempenho que teve nas provas foi muito melhor.

Ele passou nas provas da USP, do Einstein em SP, no SES – RJ e no INCA – RJ, sendo que a pior colocação dele na primeira fase foi um 5º lugar.

Estava dando certo…

Foi aí que surgiu a ideia de testar a metodologia com outros médicos.

O Eduardo e o Jorge, que também se beneficiou do mesmo método de estudos, se uniram para aprimorar a metodologia, hoje chamada de metodologia Aristo.

Para a surpresa dos dois, em 2017 todos os alunos que estudaram pela metodologia desenvolvida por eles foram aprovados…

A partir de 2018, muitos de nossos alunos também foram aprovados.

Foi o caso da Liane Yumi Tateiwa, aprovada em 1º lugar em oftalmo no Hoftalon.
E do Jorge Murata que foi aprovado em 2º lugar na Anestesio da UFSC.

A lista é grande…

Ao longo dos últimos 05 anos a Aristo aperfeiçoou o método através dos feedbacks dos alunos e da tecnologia que ajudou muito a facilitar ainda mais o aprendizado.

E que tecnologia é essa?

A Inteligência Artificial.

Imagine preencher um questionário sobre o seu nível de conhecimento em interpretação de ECG ou RX.

A partir daí, você terá um plano de estudos personalizado e focado nos pontos a serem melhorados.

É isso que essa tecnologia faz.

Ela torna o seu aprendizado mais fácil porque fornece um mapa completo de como, o que e quando estudar.

Os benefícios do Método Aristo de ensino não param por aí…

São 03 os pilares que sustentam o método que já ajudou 10 mil médicos em provas de especialização e residência.

Pilar #01

Estudo direcionado – estudar com mais frequência os assuntos mais importantes de cada tema.

Isso significa mais segurança de que você está absorvendo o que vai fazer a diferença no seu dia a dia clínico.

Pilar #02

Revisões repetidas e espaçadas – essa técnica permite reforçar o que foi aprendido e fixar melhor esses assuntos.

Veja como funciona:

Você resolve periodicamente questões ou flashcards sobre o tema estudado. 

As respostas para cada questão ou flashcard são avaliadas e os erros são computados. 

Para os temas com maior quantidade de erros, a revisão é priorizada e aquele tema se repete mais nas próximas rodadas de revisão. 

Quanto mais você errar, mais o tema se repete, quanto menos você errar menos o tema se repete.

Você aprende e não esquece mais.

Pilar #03

Análise de imagens com revisões de erros – prioriza a resolução de problemas reais e corrige os erros cometidos.

É na vida real que você aprende mais e melhor.

Tudo isso de forma individualizada que se adapta à realidade de cada um.

Esses conceitos são simples, mas o grande desafio é conectar tudo isso de forma produtiva e que não cause esgotamento mental e físico no médico.

Agora pense no ganho de produtividade que você terá para melhorar seus diagnósticos utilizando o método Aristo para estudar.

Você ficaria mais seguro para interpretar as imagens se tivesse toda essa estrutura de aprendizado a seu favor?

Isso diminuiria a carga de pressão sobre você?

Seu futuro profissional poderia ser mais promissor?

Se você respondeu SIM para uma dessas perguntas, o Método Aristo de ensino vai te ajudar a se tornar um médico melhor.

Agora…

Se você está errando diagnósticos hoje.

Isso precisa mudar.

Ao errar mais diagnósticos, você se sente pior, mais inseguro, com menos prazer na medicina.

Um médico que erra diagnósticos e que não é seguro, não é visto como uma pessoa confiável.

Sua autoridade perante seus colegas médicos e pacientes começa a ser questionada.

Sua autoestima diminui. 

E a confiança em si mesmo evapora.

Para avaliar um exame de imagem, você precisa se utilizar de detecção visual, reconhecimento de padrões, memória e raciocínio cognitivo.

Se uma dessas variáveis estiver comprometida, suas avaliações serão imprecisas.

A verdade é uma só…

Se você está nessa situação é porque teve que estudar muita coisa na faculdade e não conseguiu dar a devida atenção ao diagnóstico por imagem.

Depois de formado você não teve mais tempo para estudar e ficou dependente das vagas lembranças do que estudou na faculdade.

O resultado: diagnósticos equivocados.

Continuar apostando no que estudou anos atrás te deixa inseguro sobre a sua capacidade de interpretação das imagens.

Isso te faz perguntar se está colocando em risco a vida de seus pacientes.

Quais são os erros mais comuns na interpretação de ECG?

Erros de percepção

São aqueles que ocorrem no início da interpretação da imagem, quando o médico “passa” os olhos pelo exame.

Nesse caso, há uma anormalidade, mas ela não é vista.

Um fenômeno interessante que contribui para que uma alteração não seja vista é a chamada busca satisfeita.

Isso ocorre quando o médico encontra uma primeira lesão ou alteração no exame e então interrompe a procura por outras alterações – que são perdidas.

Em outras palavras…

O médico fica “satisfeito” ao encontrar a primeira alteração.

Há um antigo ditado que diz:

“A fratura mais comumente perdida é a segunda”.

Erros de interpretação ou erros cognitivos

Este tipo de erro ocorre quando uma alteração é vista, mas é interpretada de maneira incorreta. 

Não basta enxergar uma alteração.

É aí que a falta de conhecimento (e experiência), informações clínicas inadequadas (ou incompletas) e diversos vieses cognitivos podem levar a erros de raciocínio.

Veja alguns vieses cognitivos que parecem ser mais frequentes:

Efeito moldura: o modo como as informações clínicas chegam ao médico faz com que ele foque apenas em uma hipótese;

 Fechamento prematuro: um diagnóstico é dado com informações muito incompletas;

Viés de confirmação: quando os achados que confirmam uma hipótese são supervalorizados e os dados conflitantes são ignorados ou menosprezados;

Medo de zebras: o médico fica com receio de liberar um laudo com uma hipótese de uma doença rara.

Apesar de o Conselho Federal de Medicina defender que a interpretação do ECG é uma habilidade que deve fazer parte da rotina do médico generalista…

Essa não é a realidade que o ensino da maioria das faculdades de medicina do Brasil entrega ao estudante.

Mas o fato é o seguinte…

Na sua vida profissional, ou você vai se dedicar de alguma forma ao aprendizado e domínio dessas ferramentas fundamentais para o atendimento clínico…

Ou vai precisar contar com o suporte imediato de um especialista, toda vez que deparar com um ECG no seu plantão.

A pergunta é:

Você aceita ficar dependente de um outro profissional para realizar esse tipo de diagnóstico?

Talvez essas situações estejam acontecendo com VOCÊ.

Mas…

Você pode mudar essa realidade agora mesmo.

Com a ajuda do Método Aristo de ensino você se tornará muito mais seguro, confiante, com melhores oportunidades profissionais e mais respeitado por outros médicos e pacientes.

Sem falar no orgulho que sentirá quando seus índices de acerto nos diagnósticos dispararem.

E de onde vem toda essa segurança em projetar esse futuro para você?

Dos mais de 80% de aprovação que a Aristo obteve em recente pesquisa com seus milhares de alunos médicos.

Como o aluno Diego Victor, que obteve aprovação em primeiro lugar no SUS – SP.

Ou a Mariana Barbosa que foi aprovada em Radiologia no SES – DF.

Se você chegou até aqui é porque tem interesse real em se tornar um médico melhor, estou certo?

Muito bem…

Chegou o momento de revelar a você a oportunidade sobre a qual falei no início do texto.

Na verdade são 02 oportunidades que, juntas, farão de você um médico acima da média.

Vamos lá…

Você sabe da importância da correta interpretação de ECGs.

Por isso, estamos te oferecendo a chance de aumentar de forma exponencial a sua taxa de acertos no diagnóstico.

O curso de diagnóstico em Eletrocardiograma que a Aristo disponibilizou para você é composto de:

25 videoaulas

Slides

Flashcards com imagens, perguntas e respostas

Questões direcionadas com centenas de imagens disponíveis para estudo

Suporte de conteúdo e técnico

O investimento para se tornar um médico confiável no diagnóstico de Eletrocardiograma é de:

12x de R$99,70

ou R$997 à vista

O curso foi criado utilizando a metodologia de aprendizado baseada em inteligência artificial e estratégias baseadas em evidências científicas.

Mas quais são as evidências?

Estudos publicados na revista SCIENCE e confirmados por um artigo do The New York Times demonstram que informações podem ser fixadas de forma permanente.

Quando o estudante revisa com frequência e dentro de um determinado tempo aquilo que estudou, o cérebro cria novas conexões que são reconhecidas mesmo depois do processo de aprendizagem.

Ficou provado que revisões repetidas e espaçadas diminuem de forma significativa a curva de esquecimento de Ebbinghaus.

Com isso a velocidade de seu aprendizado e retenção de conteúdo serão impulsionadas ao longo do tempo.

Caso você não fique satisfeito com os cursos há ainda a garantia de 7 dias.

Funciona assim:

Você acessa os cursos, consome o conteúdo e tem até 7 dias para cancelar a sua compra.

Sem perguntas ou burocracia.

Basta enviar um email para equipe@aristo.com.br e você terá o seu dinheiro de volta.

Um outro diferencial do Método Aristo de ensino é que temos um time de suporte treinado para agir de forma empática com você, entendendo suas necessidades e buscando soluções o tempo todo.

As pessoas que compõem esse time são estimuladas a pensar com a cabeça do aluno.

Nossa proposta é te ajudar de verdade.

Para garantir que você entendeu todas as informações acima farei um breve resumo…

Curso de ECG com 25 videoaulas - R$ 997 à vista ou em 12x de R$ 99,70

Você terá slides, flashcards, questões, suporte de conteúdo e técnico.

Aceleração do aprendizado através da nossa inteligência artificial - você vai estudar de forma assertiva.

Equipe de suporte que vai te ajudar com qualquer dúvida que tiver.

Chega de dizer que não tem tempo.

Chega de adiar a evolução da sua carreira médica.

O seu sucesso como médico só depende de você.

Ah, lembra que eu prometi as respostas das perguntas do caso que apresentei no início do texto?

Promessa é dívida.

Aqui vai:

Qual a principal hipótese diagnóstica para V.H.C.?

A principal hipótese diagnóstica é de um Infarto Agudo do Miocárdio com Supra de segmento ST (Síndrome coronariana aguda com Supra de Segmento ST). 

O paciente tem dor torácica provavelmente anginosa + alteração de ECG.

Qual o laudo eletrocardiográfico?

Frequência cardíaca: aproximadamente 55 BPM Eixo: Ausência de desvio do eixo cardíaco; Supra de ST em parede inferior de ventrículo esquerdo (D2, D3 e AvF); Infra de ST em D1 e em AvL (trata-se de uma imagem em espelho);  Infra de ST em V1, V2, V3 e V4 tratando-se de uma imagem em espelho de um Supra em parede posterior de ventrículo esquerdo.

Diante desse ECG, ainda antes de iniciar o tratamento, o que devemos solicitar?

Devemos, antes de iniciar o tratamento, solicitar derivações direitas (V3R, V4R, V5R…) para avaliar o acometimento de Ventrículo direito uma vez que o tratamento possui IMPORTANTÍSSIMAS diferenças caso esteja acometido.

Qual a artéria coronária afetada?

Na maioria da população, a parede inferior do ventrículo esquerdo, a parede posterior do ventrículo esquerdo e o ventrículo direito é irrigada pela Artéria Coronária Direita.

Qual a grande arritmia que acometimentos de coronária direita podem culminar?

Quanto mais proximal a lesão da coronária direita maior a chance de haver um infarto do ramo do Nó Sinoatorial. 

Com infarto desse ramo o paciente possui alto risco de entrar em Bloqueio Atrioventricular Total (BAVT) visto haver lesão isquêmica do principal marcapasso cardíaco: O Nó Sinoatrial.

A escolha é sua caro colega, inicie a sua evolução profissional AGORA mesmo.

Aproveite as melhores oportunidades.

Seja quem nasceu para ser!

Ao seu sucesso.

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